Sou o padre Christian Hallak, da diocese maronita de Beirute, que acolheu recentemente a visita do Papa Leão XIV. À sua chegada, o Papa foi recebido pelo presidente Joseph Aoun, também ele católico maronita, que prova como esta comunidade participa na vida política do país. Apesar da crise em que vive o Líbano, a presença dos católicos continua a ser ativa e fecunda.
Uma presença ativa e fecunda
No Líbano convivem seis comunidades católicas: maronitas, latinos, gregos católicos, siro-católicos, caldeus e arménios. Todas têm escolas, universidades, hospitais e obra de serviço social, que sustentam o país mesmo quando tudo parece desmoronar-se. Fui ordenado em 2020 e agora estudo Moral Fundamental, que enriquecerá a minha missão educativa e pastoral quando regressar ao Líbano.
